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Milhares de pessoas compareceram ao aeroporto e à frente da sede do governo do país para saudar os jogadores, que tiveram a campanha realizada na África do Sul reconhecida mesmo após as derrotas de 3 a 0 para o Brasil, nas oitavas de final da competição, e de 2 a 1 para a Espanha, na rodada final da primeira fase.
Os jogadores chilenos, vestidos com camisas vermelhas, foram até o gabinete presidencial, onde Piñera deu a mão a todos os atletas, enquanto o técnico Marcelo Bielsa teve um rápido e frio contato com o presidente. Já Valdivia, ex-meia do Palmeiras, registrou o encontro e o cumprimento do presidente com uma câmera.
Em sua "calorosa recepção", Piñera ressaltou que a participação do Chile na África do Sul foi a melhor de uma seleção do país em um torneio no exterior - os chilenos foram semifinalista da Copa do Mundo de 1962, quando jogaram em casa - e agradeceu a jogadores, dirigentes e membros da comissão técnica pelo estilo de jogo bonito e ofensivo apresentado na competição. Ele disse que foram "12 dias de alegria, emoções e muitas esperanças" durante o período de participação dos chilenos no Mundial.
Como retribuição ao carinho recebido, o goleiro e capitão do Chile, Claudio Bravo, entregou ao presidente uma camiseta chilena com o número 15 às costas. Em seguida, Piñera convidou os jogadores a saudar a torcida de dentro da sede presidencial. Alguns torcedores pediram a aparição de Bielsa, mas o treinador, cuja permanência no cargo é incerta, preferiu não aparecer em primeiro plano diante do público.
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