Confira um slideshow especial da Copa do Mundo
A história recente mantém a escrita. Dunga tem 100% de aproveitamento diante dos chilenos como técnico. Nos quatro confrontos até agora – dois pela Copa América e outros dois nas eliminatórias – ainda houve chuva de gols. A Seleção não saiu de campo sem balançar as redes dos rivais por pelo menos três vezes.
Nesse período, a maior goleada aconteceu nas quartas de final da Copa América de 2007. Em solo venezuelano, Robinho comandou um implacável 6 a 1, que colocou o Brasil nas semifinais do torneio que a seguir o sagrou campeão. Foi a segunda goleada na competição – na primeira fase, deu 3 a 0, três de Robinho.
Nas eliminatórias, o mesmo embalo. No primeiro encontro, em Santiago, Bielsa adotou uma postura ofensiva. Levou 3 a 0, com gols assinados por Luís Fabiano, duas vezes, e Robinho. No segundo duelo, quando o Brasil já estava classificado, derrota por 4 a 2. Dessa vez, Nilmar foi o destaque ao anotar em três oportunidades.
Em Copas do Mundo, a freguesia segue
Se a história em geral não é boa para o Chile, em Copas do Mundo não seria diferente. As duas seleções se encontraram duas vezes em Mundiais. O Brasil se deu melhor nas duas. A primeira vez foi em 1962, na casa deles: 4 a 2 para a equipe que conquistaria o bicampeonato mundial em poucos dias. Já em 1998, nas oitavas de final, a vitória foi um pouco mais elástica: 4 a 1.
Confira os confrontos da segunda fase da Copa do Mundo