Paulão admite, em último caso, pedir que as vagas faltantes sejam disponibilizadas em outro local, mas não soube projetar qual. “Inter e construtura que colocaram lá, vão ter que resolver entre eles. Não é atribuição do COL atuar nessa questão. Em último caso, vamos colocar carros em outro lugar. Quem vai ter que orientar isso é a prefeitura, a EPTC”, argumentou, depois de confirmar que o COL foi notificado pelo Executivo Municipal, sobre o impasse.
No início da tarde, a Secretaria Municipal de Gestão esclareceu que cabe ao Executivo remover apenas 35% dos resíduos depositados em uma área de 36 mil metros quadrados, que abrange o entorno do Beira-Rio. Os outros 65% da área, segundo a prefeitura, que equivalem a 23 mil metros quadrados, são de responsabilidade do Inter ou da Construtora Andrade Gutierrez. As caliças geradas pela demolição de uma casa de passagem, de uma petshop e das estruturas das escolas de samba estão sendo retiradas e serão levadas para um local na Lomba do Pinheiro, conveniado com o Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU).