Segundo ele, os problemas enfrentados em algumas arenas podem fazer com que o planejamento seja revisto. "Na avaliação da Odebrecht, há estádios que têm problemas estruturais, de licitação, problemas de prazo. É natural que, ao encontrar dificuldades, alguém reveja este processo", afirmou ele, referindo-se aos governos estaduais que investem nas arenas.
Ele frisou que estádios cujas obras ocorrem por meio de PPPs (parceria público-privadas), como o de Salvador, estão andando, porque os parceiros estão investindo. O executivo citou como problemático o caso de Natal, em que o processo de licitação foi interrompido pelo Tribunal de Contas da União (TCU), além da Arena da Baixada, do Atlético Paranaense, que, embora seja uma reforma, não disponha dos recursos necessários.