Em entrevista ao canal americano CNN, a presidenta disse estar “profundamente triste” com a derrota, “assim como todos os brasileiros”. Ela assegurou que a capacidade de superar a derrota é “marca de uma grande seleção e de um grande país".
À emissora americana, a Dilma lembrou que o Brasil foi para o jogo, no Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, sem dois dos seus principais jogadores, Neymar, artilheiro do time, e Thiago Silva, capitão da equipe. Em outro encontro no Palácio do Planalto, a presidenta voltou a comentar o resultado do jogo. De acordo com o fundador da Amil Assistência Médica Internacional, Edson Bueno, Dilma estava “um pouco abatida”, mas confiante que o país vai superar esse momento.
“Acabamos conversando muito sobre a Copa. Ela está um pouco abatida, mas é uma pessoa forte. Ela foi para a guerra, então, é uma pessoa muito forte. Ela falou para mim: ‘temos que ir em frente, temos que motivar o país’. Nós discutimos que se for [jogar] contra a Argentina (na disputa pelo terceiro lugar, no sábado), o negócio agora é ganhar de uns 4 a 0 porque a gente, pelo menos, fica um pouco melhor”, relatou Bueno.