“O meu trabalho começou e termina após o último jogo da Seleção Brasileira. O último jogo da Seleção é amanhã. Então encerra amanhã meu trabalho”, afirmou. “Após encerrar, apresento meu relatório e depois é uma situação que o presidente, o Marco Polo provavelmente conversarão e aí vai depender do que eles conversarem.”
O treinador evitou de defender uma continuidade, mas defendeu o que foi feito. “As coisas boas nos fazem acreditar que fizemos um bom trabalho”, disse. “Nós não vamos nunca seguir pelo caminho da derrota, daquela situação”, afirmou ele, que voltou a classificar a goleada para a Alemanha como “catastróficas”. “Se o trabalho é bom, não é uma fatalidade que mostra o trabalho”, afirmou. “Não quero fazer apologia a mim. Estou em débito”, reconheceu.
Mudanças no time na busca do terceiro lugar
Sem citar os “seis minutos de apagão”, Felipão ressaltou: “Só não estamos disputando o título porque jogamos uma partida mal”. Para o duelo contra a Holanda, o técnico salientou que houve um trabalho psicológico, para que os jogadores tratem a decisão do terceiro lugar como se fosse a final. Ele ainda lembrou da Copa do Mundo de 2006, quando dirigia Portugal e disputou com a Alemanha a decisão do terceiro lugar. “Vi como eles valorizaram o terceiro lugar.”
No confronto com a Holanda, a Seleção terá pelo menos duas mudanças com relação à equipe goleada pela Alemanha na semifinal. “Tem jogadores que poderão dar sequência, que jogaram pouco ou nem jogaram. Vou fazer duas ou três mudanças”, adiantou.