Copa do Mundo

Fifa não aceita garantias bancárias e implode projeto do novo Beira-Rio

Más notícias foram repassadas ao clube pelo Comitê Organizador Local da Copa, que reuniu-se nesta tarde<br />

A direção do Inter faz uma reunião de emergência na tarde desta quarta. Tudo porque o Comitê Organizador Local da Copa do Mudo, com sede na capital fluminense, não aceitou as garantias financeiras apresentadas pelo clube e, ainda por cima, exigiu mudanças no projeto do novo Beira-Rio. A principal alteração é o rebaixamento do gramado, que pode forçar a interdição do estádio por um prazo de até seis meses.

O presidente Vitório Piffero sequer foi para a reunião. Já prevendo um desfecho desfavorável, ficou em Porto Alegre tratando das providências necessárias para diminuir o impacto da notícia. O Inter foi representado pelo 1° vice-presidente, Pedro Affatato. O dirigente atendeu a reportagem às 16h30min, uma hora após o final da reunião, mas preferiu não comentar a situação.

Segundo a Fifa, o orçamento apresentado para a adequação do Beira-Rio às normas da Fifa exigiria pelo menos R$ 200 milhões. Esse valor é bem mais que o projetado pelo clube, que estima em apenas R$ 150 milhões.

Novos prazos foram estabelecidos para o Inter. Na próxima semana, integrantes do LOC vêm a Porto Alegre para uma nova rodada de negociações, sobretudo para discutir as novas imposições para o projeto, inclusive o rebaixamento do gramado. Para a apresentação das garantias financeiras, a Fifa deu prazo até dezembro.

Por tudo isso, a Copa de 2014, nesse momento, está mais próxima da nova Arena do Grêmio do que do Beira-Rio.


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