O valor deve englobar o aumento das obras do Maracanã e do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. Na Matriz anterior estes estádios ainda estavam com os custos antigos, de R$ 800 milhões e R$ 1,01 bilhão, respectivamente. Desde o início do ano, porém, vários aditivos foram aprovados e as obras terminaram com custo de R$ 1,049 bi e R$ 1,2 bilhão. Estes valores não incluem obras de acessibilidade e entorno dos estádios. O secretário não especificou, porém, quais obras de mobilidade urbana sofreram revisão para cima no valor de custo.
Várias manifestações pelas principais capitais do Brasil, nesta segunda à noite, exibiam contrariedade da população aos gastos para a organização da Copa do Mundo. Os protestos também abordaram o aumento das tarifas de transporte público em algumas capitais, condições ruins deste serviço, e pediam também melhores condições de moradia e saúde nas cidades. Para o secretário do Ministério do Esporte, porém, há uma desinformação sobre os benefícios da organização da Copa.
"Existe muito apoio pela Copa do Mundo, este é um ponto básico. Não há uma posição ampla contra a Copa das Confederações no Brasil, muito pelo contrário, acho que estão mal informados ou não tem informação adequada. Acredito que a Copa do Mundo é uma oportunidade em políticas estruturais públicas que estumulam o desenvolvimento regional e geral do país. São investimentos que vão atender à vida do povo que mora no Brasil após a Copa do Mundo", completou Fernandes.
Os próximos jogos pela Copa das Confederações serão em Fortaleza (CE), entre Brasil e México, e em Recife (PE), entre Itália e Japão, nesta quarta-feira.