O ministro de Assuntos Exteriores do Catar, Khaled al-Attiyah, assegurou nesta quarta-feira que nem mesmo a renúncia de Joseph Blatter e os escândalos recentes envolvendo a Fifa farão o país perder a Copa do Mundo de 2022. Aos olhos do político, a decisão não seria justa com o país:
“Não seria justo, pois nós merecíamos ter sido escolhidos, pois tínhamos as melhores cartas”.
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Khaled al-Attiyah afirmou que a Copa do Mundo será um divisor de águas para o país. E, de acordo com ele, a região será vista de outra maneira pelo mundo após a realização do torneio de 2022:
“O Qatar sofreu críticas quando ganhou o direito de ser a primeira sede do torneio no Oriente Médio. Mas, apesar de tudo, queremos usar o Mundial como uma plataforma para destruir todos os preconceitos e equívocos contra o nosso país, além de deixar um legado duradouro para o Qatar e toda a região do Oriente Médio”.
Governo do Catar diz que "não seria justo" país perder Mundial de 2022
Ministro afirma que escândalos envolvendo a Fifa não terão impacto sobre organização da Copa no país