No entanto, se isso não ocorrer, o Piratini deve enviar um projeto à Assembleia Legislativa e, se for primordial para a Capital receber os jogos, haverá negociação para aprovação.
Na terça-feria, o ministro do Esporte, Aldo Rebelo reconheceu que o texto escolhido para a Lei Geral da Copa neste tema deixava o problema da venda de bebidas alcoólicas para os Estados. Ele destacou, contudo, que os Estados também tinham dado garantias para a Fifa e não haveria dificuldades na questão.
Nas últimas semanas, o consumo de bebidas nos estádios sofreu diversas interpretações na Lei da Copa. No dia 14, a base governista chegou a acenar com a retirada da liberação do álcool nos estádios do texto. O líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia, chegou a afirmar que não existia esse "compromisso" com a Fifa.
Logo depois, Rebello interviu e enfatizou a necessidade de cumprir o acordo inicial. Após novas discussões, a bancada do PT aceitou ratificar o texto original, com a previsão de liberação das bebidas nos estádios apenas durantes os jogos do Mundial.
Com informações da Agência Brasil.