Depois de falharem a classificação em 2010, os croatas estão de volta para disputar sua quarta Copa. Eles precisaram da respescagem, já que não foram páreo para a renovada Bélgica. Mas não são bobos. Os principais jogadores da seleção comandada por Nico Kovac, que era volante da equipe na última vez que a Croácia enfrentou o Brasil, estão em grandes clubes do futebol mundial.
Só que para o duelo contra a Seleção Brasileira, um desses astros não estará em campo. O atacante Mandzukic, do Bayern de Munique, foi expulso no segundo jogo da repescagem e terá que cumprir suspensão. Um alívio para os defensores brasileiros, mas uma perda para o espetáculo.
Mas há outras peças para dar trabalho. A principal é o meia Modric, do Real Madrid, responsável por conduzir o ritmo da armação do time e ainda aparecer como surpresa na frente. A Croácia tem uma bola parada forte com o lateral Srna, do Shakhtar Donetsk. Ele bate todas as faltas e escanteios. Como os zagueiros são altos, essa é uma possibilidade de levar perigo ao Brasil.
Apesar da nação ser jovem, fundada nos anos 90, o futebol é da escola tradicional da antiga Iugoslávia. Na sua estreia em Mundiais, em 1998, foi uma das grandes surpresas. Liderados por Davos Suker, Zvonimir Boban e Robert Prosinecki, os croatas se tornaram sensação do campeonato. Eliminaram a Romênia nas oitavas de final e a Alemanha nas quartas com goleada por 3 a 0. Na semifinal, contra os donos da casa, acabaram derrotados pela França de Zidane, registrando o terceiro lugar após vencer a Holanda.