Os horários variados, alguns invadindo a madrugada, dificultam qualquer um para assistir a todas as partidas. No cardápio da primeira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo, uma ou outra não assisti. Portanto, a lista abaixo pode ter imprecisões ou algo que tenha escapado da memória. Até aqui, as minhas escolhas são essas:
O estádio é o Azteca, a festa é a mexicana, a história é a de Cabo Verde, a camisa é a da Alemanha, a surpresa é os Estados Unidos e a determinação é a dos japoneses. Em campo e na limpeza das arquibancadas. O 7 a 1 é o Déjà vu, o goleiro é o Beach da Austrália, o golaço é o do Mohebi do Irã, a baba é o time da Tchéquia, inacreditável é a Espanha zerada e Curaçao não é entre Curumim e Arroio do Sal. A decepção é o Ancelotti, o indecifrável é o Bielsa, a coragem é a do técnico do Irã, o cinismo é o do Gianni Infantino, o jogo é Equador x Costa do Marfim, o duelo Inglaterra x Croácia e a África é logo ali.. A resiliência é a da Arábia Saudita, a geração é a marroquina e não a belga. O encontro é o do Djalminha com Scaloni, o furacão é o Haaland e não o Harry Kane, a raça é a dos uruguaios, a torcida é da Noruega, a vergonha é o gramado da estreia do Brasil, o inexplicável é o Endrick e o Zidane é o careca. A liderança é a Claudia Sheinbaum, o figurão é o Trump e a figurinha é o Neymar. Não cola. O maior perigo é o Mbappé, o fenômeno é o Ronaldo, mas o Cristiano também, o personagem é o Vozinha, o hino ainda é o nosso e a humildade é o Messi.