Vem comigo. Pouco antes da Copa do Mundo, Carlo Ancelotti perdeu três titulares da Seleção Brasileira: Éder Militão, Estevão e Rodrygo, todos machucados. Já em solo americano, perdeu mais um. Wesley se machucou no último amistoso preparatório contra o Egito. Veio a surpresa na escalação da estreia, mas 45 minutos contra Marrocos foram suficientes para perceber os erros.
No intervalo, ele trocou Ibañez por Danilo e Igor Thiago por Matheus Cunha. Veio o jogo contra o Haiti e a baixa foi Raphinha. Quando Luiz Henrique parecia ser a escolha, até por ter entrado na primeira rodada, Rayan se tornou titular. Agora o desfalque é Lucas Paquetá, o mais híbrido dos meio-campistas. A Noruega sugere um confronto físico e também por isso Danilo Santos seria a bola da vez, mas há de se respeitar qualquer outra visão do camaleão.
Em sua biografia, o técnico mostra como se adaptou a diferentes culturas em clubes diferentes para ser campeão na Espanha, Alemanha, Itália, França e Inglaterra. Se na Seleção não tem o dia a dia de vestiário, até aqui parece não estar fazendo falta para tomar a melhor decisão. Sua tranquila sabedoria desafia a nossa própria história. “O Brasil tem várias identidades. Eu não quero uma identidade clara na equipe, porque a minha equipe tem que fazer muitas coisas”, diz o itaiano.
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