Fosse o centroavante da estreia ou Endrick, o da próxima Copa, daria praticamente na mesma. O Brasil ganhou com folgas, mas as incertezas de uma equipe em busca de um padrão permanecem escondidas atrás do resultado. A goleada de 3 a 0 no Haiti , porém serve para saldo e confiança ao trabalho.
Na poliglota entrevista de Carlo Ancelotti na véspera do jogo estavam as pistas de que as mudanças cobradas pela opinião pública iriam ter de aguardar passar o confronto com os caribenhos. Carleto admitiu a surpresa com a baixa produção contra o Marrocos ao mesmo tempo em que sugeriu oferecer uma chance diante de um adversário bem menos exigente para o time pensado por ele para iniciar o torneio. E assim o fez.
Matheus Cunha no lugar de Igor Thiago (Danilo no de Ibañes não conta) foi a única troca feita pelo treinador após as críticas da largada. E o atacante aproveitou. Fez dois gols como 9 da camisa que veste, um feio e um bonito tal qual os dois primeiros jogos da Seleção. Aguardemos o terceiro contra a Escócia. Não está nada definido. Nem a escalação ideal e nem o grupo C.