Jürgen Klopp foi apresentado oficialmente, nesta sexta, como novo técnico da seleção da Alemanha. O treinador de 59 anos não escondeu a emoção com o novo desafio e disse ter atingido o ápice da carreira.
"É uma grande honra estar aqui hoje. O que vem acontecendo comigo nestes últimos dias é como um filme passando na minha cabeça", confessou. "Idealmente, este é o ápice da minha carreira", completou, indicando que não projeta outros trabalhos além do comando da Mannschaft. As informações foram destacadas pelo jornal espanhol Marca.
Cobrança e estilo do novo técnico
Klopp enfatizou que seu comprometimento agora se estende de um clube para toda a nação. Ele deixou claro que aceitará críticas se os resultados não aparecerem e estabeleceu uma condição direta para a sua permanência: "Se amanhã disserem "ele é péssimo", eu vou embora. No dia em que não me quiserem mais, eu vou embora, sem indenização. Critiquem-me se algo não estiver funcionando. Eu corrigirei com prazer. O importante é o trabalho".
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Aliviando o tom solene, o técnico descartou o uso de trajes formais rígidos à beira do campo: "Não vou usar gravata. Mas tive a oportunidade de atualizar meu guarda-roupa nos últimos anos. Sinto que agora ele é mais apropriado para o meu novo papel do que antes".
Análise técnica e desafios
Analisando o cenário futebolístico atual, Klopp adotou um discurso realista ao comparar o elenco alemão com o de outras potências europeias, utilizando a seleção da França como parâmetro. O treinador admitiu que a Alemanha não conta com atletas do nível individual de Dembélé, Mbappé, Doué ou Barcola, mas ponderou que o time "ainda pode vencer".