A liminar suspende o processo licitatório, marcado para as 10h desta quinta, com a abertura dos envelopes com os nomes das empresas interessadas em administrar o complexo esportivo. O MP argumentou que as intervenções previstas no local, com a demolição do Estádio de Atletismo Célio de Barros e do Parque Aquático Julio de Lamare, não são necessárias para a Copa do Mundo e podem inclusive prejudicar os Jogos Olímpicos de 2016.
Está prevista no edital de licitação, lançado em fevereiro, a construção de dois edifícios-garagem com capacidade para 2 mil carros, com lojas, bares e restaurantes, além de um museu do esporte. O governo do Rio informou, em nota, que vai recorrer da decisão. Se conseguir cassar a liminar, o processo licitatório continuará conforme o planejado.