De acordo com Valcke, na África do Sul, sede da última Copa do Mundo, a entidade investiu 100 milhões de dólares (cerca de R$ 200 milhões) em programa voltados para a juventude local. "Precisamos do apoio do Ministério da Educação e do Esporte. É por isso que eu acho que isso deverá ser uma discussão mais ampla, com diferentes autoridades e não só a Fifa e o COL, sobre o que, na minha opinião, é o maior objetivo: o que será deixado após a Copa do Mundo.
O montante a ser investido, contudo, será a resultante do total dos lucros excetuando-se as contas a serem pagas pela entidade durante a realização do Mundial. Ele frisou que a entidade pode até manter uma estrutura fixa no Brasil, mas que isso depende da vontade do governo.
Depois de visitar a Arena das Dunas, em Natal, e o Estádio Nacional Mané Garrincha, em Brasília, Jérôme Valcke finalizou sua última ronda antes do início da Copa das Confederações com uma visita ao Maracanã, nesta quarta-feira.