Copa do Mundo

Ministro do Esporte afirma que obras para Copa ficarão prontas no tempo previsto

Aldo Rebelo afirma que governo federal está atento às obras do Mundial

Aldo Rebelo afirma que governo federal está atento às obras do Mundial
Aldo Rebelo afirma que governo federal está atento às obras do Mundial Foto : Fábio Rodrigues Pozzebom / ABr / CP
O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, afirmou nesta quinta-feira que todas as obras para a Copa do Mundo de 2014 estarão prontas no tempo previsto. “Todas as providências foram adotadas quando (o ex-presidente) Lula assinou 11 compromissos perante a Fifa. Portanto, o Brasil acolhe com grande entusiasmo e com grande alegria a Copa do Mundo, com a consciência segura de que vamos ter uma grande Copa do Mundo, tanto fora quanto dentro das quatro linhas”, disse.

No início do mês, o Tribunal de Contas da União (TCU) emitiu um alerta para o governo federal sobre as obras de mobilidade urbana relacionadas à Copa do Mundo. Segundo o documento de auditoria, grande parte desses projetos está atrasada e está com contratos de financiamento pendentes. A situação é considerada preocupante, com risco de muitos projetos não ficarem prontos até 2014.

Rebelo destacou que os alertas não são preocupantes e que governo honrará o compromisso firmado para realização da competição mundial no Brasil. “Respeito os alertas e o acompanhamento do TCU, mas o governo federal está atento, acompanhando e buscando o cumprimento dos compromissos que viabilizam e asseguram o sucesso e a realização da Copa do Mundo, de acordo com as necessidades da população, do País e dos visitantes.”

O ministro ainda comentou o interesse do governo em assinar um termo de cooperação que dê prioridade na aquisição de máquinas e equipamentos nacionais para as obras da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio. “É quase obrigação priorizar equipamentos fabricados no Brasil. É obrigação, não é protecionismo. Protecionismo é quando você usa mecanismos que não são legítimos para proteger. E proteção é quando usamos atribuições e meios legítimos para proteger a economia, o emprego, os impostos e o mercado do país”, argumentou.

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