Lages fez questão de evitar a palavra "vistoriar". Segundo ele, o objetivo da visita à Capital é acompanhar o andamento das obras pela cidade. Questionado sobre a pobreza e a miséria, que ainda atingem as cidades-sede da Copa do Mundo apesar do investimento em infraestrutura, o ministro amenizou a situação. "O País não deve tentar esconder ou mascarar estas circunstâncias, que também ocorrem em lugares como França e Estados Unidos. Temos de apresentar o Brasil como ele é", explicou Vinícius Lages.
O governo federal teme a realização de manifestações durante a Copa do Mundo, mas a possibilidade foi minimizada por Lages. "Temos de enfrentar tudo como um país que ainda tem problemas e que só poderão ser resolvidos em longo prazo. Eles não acompanham a velocidade da inclusão social. Temos que ter a compreensão de que se as manifestações ocorrerem, será porque estamos em um lugar onde a democracia está consolidada", explicou.