Conforme o promotor Nilson de Oliveira Rodrigues Filho, as negociações seguem em andamento, porém apenas cerca de R$ 2,5 milhões estão em caixa. “A informação que me foi dada na quinta-feira, a partir de documentos, é que se foram captados (recursos), não houve o depósito na conta, é que não tinha nem 10% do valor total a ser captado em conta corrente”, alertou.
O promotor avaliou, contudo que as estruturas não serão comprometidas caso o valor total não seja captado, uma vez que a Fifa é a responsável pelo evento. O Piratini e a direção colorada garantem que todos os R$ 25 milhões necessários para erguer as temporárias serão repassados por empresas parceiras.
Rodrigues informou ainda que o procedimento de acompanhamento aberto pelo MP não constatou a injeção de dinheiro público ilegal para bancar as instalações provisórias. O promotor ressaltou que detectores de metal estão sendo adquiridos pelo Piratini, mas servirão de legado para área da segurança pública. A Prefeitura, que acenou com a possibilidade de integrar a parceria, pode ficar de fora.
Até o início da Copa do Mundo, trabalhos de fiscalização serão realizados pelo Ministério Público. Assim como o governo do Estado, o Inter também estima que mais de 90% das obras do entorno do Beira-Rio já estejam concluídas.