Apesar do receio, o ex-jogador acredita que a experiência tida durante a Copa das Confederações em 2013 deixou o governo em uma condição melhor para lidar com os protestos nas cidades que receberão as partidas. "É uma das áreas que mais nos preocupam, mas depois da experiência da Copa das Confederações, o governo se organizou melhor e se mostrou mais presente. Espero que tenhamos uma excelente Copa do Mundo. Nós merecemos", salientou o Rei.
Na expectativa por acompanhar uma conquista do Brasil em casa, o craque vê a Seleção em um bom nível, mas faz um alerta para outros dois adversários que merecem atenção e também são favoritos ao título. "Estamos acostumados a ver o Brasil marcar muitos gols, mas uma Copa do Mundo é muito diferente. É um torneio curto, que dura apenas um mês. Temos de ficar atentos porque há grandes equipes no momento: a Alemanha, que joga muito bem, e a Espanha, que precisa ser respeitada porque atua com o mesmo grupo de jogadores há oito anos", ponderou o Rei do Futebol.