Antes desse encontro com os atletas, Regina havia entregue em maio ao treinador um relatório sobre os jogadores. Foi baseado nesse documento que Felipão elaborou parte da programação da Seleção e traçou linha de como lidar com alguns de seus comandados. A tática, no entanto, não deu o resultado esperado. Muito questionado sobre a crise de choro de alguns atletas, o volante Fernandinho afirmou na segunda-feira que não é mais momento de trabalhar o aspecto emocional.
"O preparo começou em 26 de maio. Tivemos boas conversas com psicólogos, não é hora de trabalhar parte emocional porque todos estão conscientes do que têm de fazer em campo. E mostrar por que estamos aqui", Fernandinho foi um dos jogadores que não apresentaram desequilíbrio nas oitavas de final. Teve boa atuação e foi substituído no segundo tempo por Ramires.