Logo no início, Romário relembra de sua frase dita há algum tempo: "Fora de campo, já perdemos a Copa de goleada". Antes de começar suas críticas a parte política, o ex-atacante reconhece a superioridade da Alemanha e logo depois critica o time do Brasil, além do treinador:
"Ninguém há de questionar a superioridade do futebol alemão já há alguns anos."
"A chuva de gols foi apenas reflexo do pânico, da incapacidade de reação dos nossos jogadores e da falta de atitude do treinador de mudar o time."
Romário ainda diz estar revoltado e então começa a atacar a Confederação Brasileira de Futebol e alguns personagens políticos do Brasil, entre eles, o ministro do esporte Aldo Rebelo e a presidente Dilma Rousseff.
"A Confederação Brasileira de Futebol, uma instituição corrupta gerindo um patrimônio de altíssimo valor de mercado."
"Nunca tive o apoio da presidenta do País, Dilma Rousseff, ou do ministro do Esporte, Aldo Rebelo."
Já na parte final do texto, depois de citar nomes de outros deputados e reclamar por não receber nenhum tipo de apoio, Romário fala pessoalmente do presidente e do futuro mandatário da CBF, José Maria Marin e Marco Polo Del Nero, repectivamente. Para Romário, ambos "tinham que estar era na cadeia!"
Para encerrar, o Baixinho cita que Cafu foi expulso do vestiário pela CBF, fala do superfaturamento dos estádios construídos, mas fala da felicidade do povo brasileiro:
"Mostramos para o mundo que com toda nossa dificuldade, somos um povo feliz. Essa será a taça da vergonha."