Os mais afetados, segundo os relatos, foram, até agora, as Secretaria do Planejamento, de Obras e Viação (Smov) e do Meio Ambiente (Smam), além dos Departamentos de Esgotos Pluviais (DEP), de Água e Esgotos (Dmae) e da Habitação (Demhab). Enquanto durar o protesto, a consequência direta é um represamento no aval para o início de obras projetadas e na liberação do habite-se para empreendimentos já concluídos.
O presidente do Sinduscon, Paulo Vanzetto Garcia, lembrou que o impasse compromete, não só o desenvolvimento da cidade, como também a indústria, o comércio e os serviços, fazendo com que os investidores privados migrem para outras regiões. Em relação às obras para a Copa, Garcia adverte para a demora em obras de infraestrutura urbana e de expansão de hoteis e restaurantes na Capital.
A operação-padrão foi deflagrada em 18 de abril. Os técnicos-científicos exigem uma gratificação de responsabilidade de R$ 3,5 mil, igual à que é paga aos fazendários e aos procuradores jurídicos do município.