Sobre um possível favoritismo, ele foi claro em ressaltar as qualidades da equipe brasileira. "Não devemos acreditar que a ausência do Neymar ou do Thiago Silva seja uma vantagem", frisou. "Outros jogadores se sentirão mais livres pra jogar, mais responsáveis, isso acontece em todas as seleções que perdem os principais jogadores. Os outros estarão lutando por Neymar e pelo país para que o Brasil seja o favorito nessa semifinal", analisou.
Löw salientou, ainda, o fator local da compeitção. "As duas semifinais são batalhas dos dois continentes, dois europeus contra dois sul-americanos. Aqui teremos o Brasil jogando com 200 milhões de torcedores no país. Não só os jogadores e torcedores em campo, mas um país inteiro. Isso trará uma energia única para eles", avaliou.