Na Copa da Itália, Sebastião Lazaroni inovou no comando da Seleção ao apresentar uma equipe que jogava no sistema 3-5-2. Da estreia contra a Suécia até a derrota contra a Argentina, a equipe mudou um nome apenas. No primeiro jogo, o trio de zagueiros era formado por Mauro Galvão, Mozer e Ricardo Gomes. No terceiro, contra a Escócia, Ricardo Rocha entrou na vaga do ex-zagueiro do Flamengo e permaneceu para o confronto contra a Argentina. A Seleção que perdeu para equipe de Maradona e Cannigia entreou em campo em Turim com: Taffarel, Mauro Galvão, Ricardo Gomes e Ricardo Rocha; Jorginho, Alemão, Dunga, Valdo e Branco; Careca e Muller.
Parreira mudou a equipe em três posições nos EUA
Em 1994, Carlos Alberto Parreira levou a Seleção Brasileira à Copa dos Estados Unidos sob muita contestação. Do jogo contra a Rússia até a final contra a Itália, o treinador mudou em três posições. O zagueiro Ricardo Rocha se lesionou na estreia e deu lugar a Aldair. O meia Raí perdeu a vaga por questões técnicas e foi substituído por Mazinho. Já Leonardo foi expulso na partida contra a seleção norte-americana nas oitavas e acabou suspenso da competição. O lateral-esquerdo Branco entrou no time e permaneceu até a final. Na time que conquistou o tetra, Parreira tinha Taffarel, Jorginho, Márcio Santos, Aldair e Leonardo; Dunga, Mauro Silva, Raí e Zinho; Bebeto e Romário.
Durante a Copa de 1998, Zagallo manteve praticamente a mesma escalação que venceu a Escócia na estreia e depois foi goleada pela França na final da Copa do Mundo. A diferença está na ausência do meia Giovani na partida decisiva em Saint Denis. Ele foi substituído por Leonardo já no segundo jogo da Copa, com a ideia de conceder maior poder de marcação para a Seleção Brasileira. Na derrota para a França, o time brasileiro teve: Taffarel, Cafu, Aldair e Junior Baiano e Roberto Carlos; Dunga, César Sampaio, Leonardo e Rivaldo; Ronaldo e Bebeto.
Na era Luiz Felipe Scolari, o esquema 3-5-2 retornou. Em 2002, os alas eram Cafu e Roberto Carlos. Os três zagueiros eram Lúcio, Roque Júnior e Edmílson. A parte ofensiva ficou a cargo de Ronaldo e Rivaldo, que eram municiados por Ronaldinho Gaúcho e Juninho Paulista. A partir das quartas de final, contra Inglaterra, Kleberson entrou na equipe no lugar de Juninho e não saiu mais. Inclusive, foi um dos destaques na decisão contra a Alemanha.
Brasil abandonou o quadrado mágico contra a França
Na campanha na Copa de 2006, Carlos Alberto Parreira regressou à casamata da Seleção. O treinador apostava todas as fichas no quadrado mágico, formado por Kaká, Ronaldinho, Ronaldo e Adriano. Mas o time nunca passou a confiança necessária para a torcida. O Brasil estreou contra a Croácia na seguinte escalação: Dida, Cafu, Lúcio, Juan e Roberto Carlos; Émerson, Zé Roberto, Kaká e Ronaldinho; Ronaldo e Adriano.
Na derrota contra a França, Parreira fez duas alterações. Colocou Gilberto Silva no lugar de Émerson, e Juninho Pernambucano no de Adriano. Com isso, adiantou Ronaldinho para fazer dupla com o xará Ronaldo. O Brasil entrou em campo com: Dida, Cafu, Lúcio, Juan e Roberto Carlos; Gilberto Silva, Zé Roberto, Kaká e Juninho Pernambucano, Ronaldinho e Ronaldo.
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