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"Creio que estamos em condições de optar por jogadores que terão condições de atuar bem. Não defini a escalação, ficará para amanhã (segunda)", afirmou o argentino, na entrevista coletiva deste domingo. Os dois atacantes, Suazo e Valdivia, são as dúvidas.
O discurso do técnico só mudou quando falou sobre a postura de seu time em campo. "Se acharmos que é difícil um jogo contra o Brasil, ele será. A melhor forma de defender é atacar, tentaremos atacar. Depois, a intenção é a melhor colocação dos jogadores. Há vezes em que as intenções não podem se concretizar, mas para este jogo faremos o possível para ganhar".
Cabisbaixo, incomodado, "El Loco" (como é apelidado) ironizou o fato de ter mandado um de seus auxiliares (o olheiro Francisco Meneghini) ao treino dos brasileiros - e ele só ter visto a roda de bobinho. "Se fazemos espionagem é porque vamos atrás de pontos ocultos, mas o Brasil tem jogadores de primeira linha acima de qualquer coisa assim, todos os conhecemos".
Sobre confrontos no passado - as cinco vitórias brasileiras nos últimos cinco confrontos diretos -, eles são minimizados pelo técnico. "Falar em vingança é um termo muito pesado, não faz parte das minhas atividades, parece exagerada. Jogamos a partida em condições de tentar a vitória".
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