A máscara de Suárez apareceu na noite de quinta-feira, no aeroporto de Montevidéu, onde centenas de uruguaios foram receber o jogador, suspenso por nove partidas da seleção e banido do futebol pelo período de quatro meses. A Fifa proíbe protestos de torcedores dentro dos estádios. Também não permite que atletas exibam mensagens em camisas. Nada garante, porém, que algum jogador uruguaio venha a exibir uma imagem ou mensagem de apoio a Suárez por debaixo da camisa da seleção.
O dia seguinte à decisão da Fifa foi novamente de críticas ao rigor da medida, a mais dura na história dos Mundiais. Até o presidente do Uruguai, José Mujica, reforçou o coro, criticando a decisão da Fifa e dando declarações mais duras contra a punição aplicada a Suárez. O caso tornou o atacante uma espécie de mártir no país.