No caminho, um torcedor chileno procurava saber onde ficava o Dique do Tororó, e só conseguiu a indicação após abordar um repórter. O canadense Shafique Kanji disse estar girando em volta do estádio desde 10h, e que não obteve nenhuma informação correta sobre por onde deve entrar.
“Não está fácil encontrar alguém para ajudar. Quando achei, já me mandaram por duas vezes ao portão errado. Fui do norte ao sul e sigo sem conseguir uma informação concreta. O fato de ninguém falar inglês também dificulta”, disse Kanji.
E não é só o estrangeiro que está encontrando dificuldades. Morador de Salvador, Jorge Ramos também reclamou da falta de apoio. Ao lado do filho, ele tentou decifrar a sua entrada a partir de um dos enormes mapas de sinalização que circundam a Fonte Nova. “O padrão Fifa de informação é zero, e olha que eu moro aqui”, reclamou.
O movimento do lado de fora ainda é pequeno, mas a tendência é que a Fonte Nova receba um grande público para o duelo entre franceses e suíços.