O grande temor dos clubes brasileiros na Libertadores é o clima de guerra proporcionado pelos rivais, com seus estádios lotados e a pressão da torcida do início ao fim do jogo. Mas o Corinthians não deve ter essa dificuldade na partida desta quarta-feira, quando enfrenta o Cerro Porteño, a partir das 21h50min, em Assunção. O Estádio Defensores del Chaco não deve receber mais do que 10 mil torcedores.
O Cerro Porteño passa por uma crise. Apesar de liderar o Torneio Clausura, sua torcida anda decepcionada com o desempenho do time. Para piorar ainda mais a situação, não pode jogar em seu "caldeirão", o Estádio Pablo Rojas, interditado por causa de confusão no jogo contra o Fluminense pela Copa Sul-Americana do ano passado.
"Não nos preocupamos muito com o ambiente. Vamos jogar nosso futebol brasileiro de sempre, com alegria, e o resultado vai aparecer", prega o lateral-esquerdo Roberto Carlos, lembrando que o Corinthians lidera o Grupo 1 da Libertadores, com quatro pontos em dois jogos.
Sobre o jogo, o técnico Mano Menezes deve apostar novamente numa postura mais cautelosa, reforçando a marcação e investindo nos contra-ataques para chegar ao gol adversário. "É até bom que eles venham com tudo para cima da gente, pois temos um forte contra-ataque", diz o meia Danilo, um dos titulares do Corinthians.
Corinthians entra em campo sem pressão no Paraguai
Timão encara o Cerro Porteño pela Libertadores, às 21h50min, no Defensores del Chaco