Defederico está passando férias na Argentina e não pretende retornar ao Corinthians. Ele mesmo já disse que prefere voltar ao seu país em vez de atuar por um outro clube no Brasil, como já foi cogitado - Coritiba e Atlético-PR se interessaram por ele.
Em entrevistas às rádios argentinas, ele disse ter recebido sondagens de vários clubes, entre eles Boca Juniors e Independente. Mas disse que não quer decidir nada com pressa. Nem o Corinthians. Se com outros jogadores o clube adota a postura de quem chegar leva (como aconteceu com Souza, Boquita e Dodô, que foram para o Bahia), com Defederico será um pouco diferente.
O Corinthians não pretende emprestá-lo a qualquer clube e muito menos de graça. O clube tentará, inclusive, envolvê-lo em alguma outra negociação, como moeda de troca. O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, disse que já conversou com o jogador e acertou que ele será mesmo emprestado. "Assim o futebol dele pode ''encorpar'' um pouco e voltar para o Corinthians melhor (em 2012)", explicou o dirigente.
Defederico chegou ao Corinthians em agosto de 2009, com status de que seria o novo Messi, depois de uma boa campanha pelo Huracán, quando conquistou o vice-campeonato argentino. Mas foi muita badalação para pouco futebol. Ele custou R$ 8 milhões ao clube e jamais conseguiu emplacar com nenhum dos três treinadores com quem trabalhou: Mano Menezes, Adílson Batista e Tite. Assim, seu futuro será mesmo fora do Parque São Jorge.