Eles são investigados pelo lançamento do sinalizador que causou a morte do estudante boliviano durante o jogo entre Corinthians e San José, em disputa da Taça Libertadores. Para os policiais bolivianos, o sinalizador foi disparado da área onde estavam os torcedores brasileiros. Eles negam responsabilidade na morte de Espada.
Em nota, o Ministério das Relações Exteriores informou que a libertação dos sete torcedores foi determinada pela Justiça da Bolívia por “falta de provas”. De acordo com o texto, a presidente Dilma Rousseff tratou do assunto com o presidente boliviano, Evo Morales. Os outros cinco acusados permanecem presos e, de acordo com o Ministério das Relações Exteriores, continuarão recebendo assistência do governo brasileiro.