Com apedrejamento de carros durante a semana, aliado à demissão do treinador, o Tigre viveu uma semana bastante turbulenta, e a vitória neste sábado representa um pouco de calmaria para acertar o trabalho. Pelo lado do Coxa, as lesões foram, mais uma vez, determinantes para o resultado.
O primeiro tempo foi sonolento durante quase toda sua duração. Entretanto, em um minuto, o Tricolor predestinado fez questão de espantar todos os bocejos. Aos 34, Sueliton disparou pela direita, tirou dois marcadores e bateu cruzado. Vanderlei aceitou. No lance seguinte, Fabinho - em posição de impedimento - recebeu lançamento à frente, dominou sozinho na área, de costas para o gol. Aproveitou a indecisão de Vanderlei para emendar de bicicleta.
Na segunda etapa, com a entrada de Júlio César no lugar de Bottinelli, o Alviverde voltou muito melhor. Com volume infinitamente maior que nos primeiros 45 minutos, passou a incomodar o gol defendido por Galatto. Aos 16, o atacante ex-Figueirense bateu falta com perfeição, sem defesas para o arqueiro do Tigre. No entanto, apesar da posse de bola, o Coxa não teve forças para alterar os rumos da partida. O placar não se modificou mais.