Este foi o segundo título da Supercopa da Europa do Real Madrid, que havia vencido em 2002. Os dois times ainda levam um tempo para estrear no Campeonato Espanhol, que começa apenas no dia 23. Neste dia, o Sevilla pega o Valencia em casa, enquanto o Real Madrid, dois dias depois, recebe o Córdoba.
O jogo
O técnico Carlo Ancelotti surpreendeu na escalação do Real Madrid. Não teve Xabi Alonso, suspenso, e deixou Di María de fora. Em seus lugares, Kroos e James Rodríguez, as badaladas contratações. Ou seja, entrou sem volantes. O meio, com os reforços e Modric demorou um pouco para engrenar, mas mostrou que tem potencial.
Já o Sevilla, que perdeu alguns dos seus principais nomes, como Alberto Moreno e Rakitic, e não conseguiu desenvolver o seu jogo. Ficou mais na defesa e explorando os contra-ataques. Muitos deles perigosos, é verdade, e alguns erros da defesa, que quase resultou em gol de Carriço.
Com boas chances para os dois lados, quem acabou resolvendo foi o de sempre: Cristiano Ronaldo. Ainda no primeiro tempo, começou e iniciou a jogada do gol que abriu o placar. Puxou o contra-ataque, achou James, que abriu para Bale. O galês foi cruzar para o português, que já estava na área para botar para dentro.
Pouco depois veio a clara chance de Carriço. Não aproveitou, e já no segundo tempo, mais um gol de Ronaldo. Se James participou do primeiro, Kroos foi fundamental no segundo. Recuperou a bola, achou Benzema na intermediária, que abriu para o Cristiano Ronaldo, que recebeu e fuzilou, sem chances para Beto.
Daí para o fim, o Real teve total domínio e boas chances. James quase marcou, mas Beto defendeu bem, Modric arriscou, Benzema. E o Sevilla atacava quando dava, já se dando por vencido. E assim foi. O Real levou o jogo com tranquilidade e garantiu o título na terra de Gareth Bale.