Jogo parelho até o finalzinho do primeiro tempo
De técnico novo, o Figueirense deu trabalho para o time mineiro. Desde os primeiros minutos de jogo, a equipe de Santa Catarina mostrou bom posicionamento em campo, dificultando as penetrações do Cruzeiro na área do goleiro Tiago Volpi. A Raposa, no entanto, se movimentou bastante, embora o gramado não ajudasse muito, principalmente com Ricardo Goulart, imprimindo sua proposta de jogo.
A bola e gramado escorregadios colaboraram para algumas falhas da dupla de zaga do Cruzeiro, oferecendo boas chances de gol para o Figueira, todas bloqueadas por Fábio. Com mais posse de bola, o Cruzeiro passou a pressionar com mais frequência, até chegar ao primeiro gol, aos 40 minutos. O árbitro apitou uma falta de Luan quando Ricardo Goulart subia para cabecear a bola dentro da pequena área. Pênalti que Lucas Silva bateu para deslocar o goleiro e ver a bola ainda bater na trave antes de entrar.
Massacre cruzeirense na segunda etapa
Se parte das ações ofensivas do jogo ficaram limitadas pelo campo molhado, evitando que a bola rolasse com qualidade, Marquinhos tratou de resolver o problema logo no primeiro minuto do segundo tempo. Em passe de Marcelo Moreno, o velocista pegou um 'sem pulo' de fora da área e marcou um golaço, sem chances para o goleiro. Estava aberta a porteira. Três minutos mais tarde, Éverton Ribeiro cobrou a falta na cabeça de Dedé. O Mito coroou sua volta ao time titular com uma testada na medida que foi morrer no canto esquerdo de Tiago Volpi. 3 a 0.
Marcelo Oliveira aproveitou a folga para promover e testar peças como Marlone e Dagoberto. O time celeste passou a jogar com um falso nove, mas seguiu se movimentando bastante em campo. Com tempo de sobra, o apetite não diminuiu. Aos 23, Éverton Ribeiro desceu com velocidade pelo lado direito e caprichou para colocar a bola na cabeça de Goulart, autor do quarto gol celeste no jogo e seu oitavo no Brasileirão.
A prova do plantel cinco estrelas que Marcelo Oliveira tem n se tornou ainda mais claro no quinto gol. Vindos do banco, Mayke cruzou da extrema direita para Dagoberto, quase sem ângulo, finalizar de perna esquerda e fechar a conta. 5 a 0