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Desafio eletrônico passa a valer com atraso e limitação no Mundial de Vôlei

No torneio feminino tecnologia não permite tirar dúvida sobre toque no bloqueio

No torneio feminino tecnologia não permite tirar dúvida sobre toque no bloqueio
No torneio feminino tecnologia não permite tirar dúvida sobre toque no bloqueio Foto : FIVB / Divulgação / CP
O desafio eletrônico chegou ao Campeonato Mundial Feminino de Vôlei com atraso e uma limitação em relação ao torneio disputado pelos homens. Além de ter começado a valer apenas na segunda fase, que teve início nesta quarta-feira, a tecnologia não permite que dúvidas como desvio ou não da bola no bloqueio sejam tiradas.

São apenas quatro ocasiões em que o desafio pode ser utilizado: bola dentro ou fora, toque do atleta na antena ou na rede, toque da bola na antena e contato do atleta com a linha de saque. Os técnicos têm dois desafios por set, que devem ser pedidos até, no máximo, cinco segundos após o lance questionado terminar.

A decisão foi tomada pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB) após algumas polêmicas na competição disputada pelos homens, que terminou com vitória da anfitriã Polônia sobre o Brasil. No confronto entre as duas equipes na terceira fase, a vitória polonesa só foi decretada depois que o desafio foi acionado. A sequência do acontecimento gerou reclamações do time de Bernardinho pelo fato de as imagens não terem sido exibidas no telão do ginásio.

No masculino, o recurso da tecnologia foi usado em todos os 103 jogos da competição, enquanto no feminino valerá apenas nos últimos 42. O Brasil está no Grupo F do Mundial, ao lado de Cazaquistão, Holanda, Rússia e Estados Unidos. A equipe verde e amarela busca o título inédito.

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