Primeiro torneio de grande relevância depois de Wimbledon, o Masters 1000 de Montreal marca o retorno do tênis às quadras duras, servindo de “aquecimento” para o US Open, assim como o Aberto de Cincinnati. O curto período de recuperação após o Grand Slam britânico, porém, faz com que o torneio seja preterido pelos atletas que vão até as últimas rodadas em Londres.
Até esta quarta-feira, dois dias antes da definição da chave do torneio, quatro jogadores do topo da tabela já confirmaram que não participarão da competição. O líder do ranking Jannik Sinner e o nº 5 Novak Djokovic, o nº 11 Alexander Bublik e o nº 25 Alejandro Davidovich Fokina só devem voltar a competir nos Estados Unidos, assim como Carlos Alcaraz (nº 3), que segue se recuperando de lesão.
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A saída de jogadores mais bem ranqueados beneficia João Fonseca não apenas pela ausência deles na competição, mas pela maneira como isso afeta o sorteio da chave. Atual nº 27 do ranking, o brasileiro será o cabeça de chave nº 22 em Montreal, garantindo a folga na primeira rodada. Por estar entre os 24 primeiros, Fonseca também evita confrontos com tenistas do Top 8 até as oitavas de final.
O Masters 1000 canadense, que alterna anualmente entre Montreal e Toronto, acontece entre 2 e 13 de agosto.