A seleção alemã de futebol, que joga contra a França em Colônia nesta terça-feira , não se esquece da noite de 13 de novembro de 2015, quando os jogadores da "Mannschaft" tiveram de passar várias horas no Stade de France, enquanto Paris era atacada. "Ainda vem à nossa memória, falamos disso entre nós. As lembranças estão marcadas pela angústia que vivemos no estádio", contou o treinador alemão, Joachim Low, nesta segunda.
"Foi uma experiência dramática que não gostaríamos de reviver", acrescentou Low, que disse não estar preocupado com a segurança da partida em Colônia (19h45min GMT, 17h45min em Brasília), para a qual nenhuma ameaça específica foi informada até o momento.
Nesta segunda-feira, o presidente da França, Emmanuel Macron, comandou uma série de homenagens às vítimas dos atentados de 13 de novembro de 2015 em Paris, nos quais 130 pessoas morreram. Os eventos do segundo aniversário desses letais ataques reivindicados pelo grupo extremista Estado Islâmico (EI) começaram com uma cerimônia solene frente ao Estádio da França.
Macron depositou uma coroa de flores diante de uma placa em memória de Manuel Dias, um português de 63 anos morto quando um suicida detonou o artefato que levava consigo. Na sequência, o presidente fez um minuto de silêncio.
Dia dos atentados de Paris continua na nossa memória, diz técnico da Alemanha
Joachim Löw afirmou que se lembra quando seleção ficou no Stade de France enquanto cidade era atacada