Apesar de, em vários momentos, dizer que ainda acredita no futebol do camisa 7, o dirigente deixou claro que tudo vai depender da vontade do jogador. Caso alguma proposta da Europa chegue - segundo a imprensa inglesa Arsenal e Tottenham são os prováveis destinos -, as duas partes irão sentar para definir o melhor caminho.
"A gente precisa saber primeiro dele, que tem contrato conosco. Respeitamos contratos. Cada momento é um momento. Hoje, ele está meio chateado, derrubado por tudo que vem acontecendo. Não sei responder. Preciso sentar com ele se vier alguma oferta. Aí, faremos uma análise comercial e depois ver se interessa a ele sair. Mas logo logo ele vai voltar a ter um grande futebol", afirmou, lembrando do pênalti perdido contra o Grêmio, que eliminou o Timão da Copa do Brasil.
Questionado se houve arrependimento por parte do clube em ter pagado R$ 40 milhões ao Milan para trazer Pato, Roberto garantiu que o preço desembolsado foi bastante justo na época do acordo. "O Pato não custou caro pelo que ele joga. É o preço do mercado. É um grande jogador. Um cara do nível dele e a idade (23 anos) não dá pra tirar por um valor menor. É muito cedo, ele ainda tem muito tempo para mostrar", concluiu.