Esportes

Duas quenianas são flagradas no antidoping no Mundial de Atletismo

Atletas teriam usado produto para mascarar presença de nandrolona

Joyce Zakary (à direita) foi uma as atletas flagradas no antidoping
Joyce Zakary (à direita) foi uma as atletas flagradas no antidoping Foto : Olivier Morin / AFP / CP
As quenianas Koki Manunga e Joyce Zakary foram suspensas de forma provisória pela Federação Internacional de Atletismo (IAAF) depois de terem sido flagradas em exames antidoping" durante o Mundial de Atletismo de Pequim, anunciou a entidade nesta quarta-feira.

"Koki Manunga e Joyce Zakary aceitaram a suspensão provisória depois de exames efetuados em 20 e 21 de agosto, respectivamente", anunciou a IAAF num comunicado. Ambas são atletas de ponta do Quênia, Zakary nos 400 m e Manunga nos 400 m com barreiras.

A IAAF explicou que os exames foram realizados no hotel antes da competição, mas não divulgou detalhes sobre o tipo de substância encontrada. De acordo com SportNewsArena.com, site queniano de informações esportivas, as atletas "foram flagradas por uso de um produto que serve para mascarar uma substância desconhecida, provavelmente a nandrolona, e foram informadas poucas antes do Quênia conquistar a primeira medalha da sua história nos 400 m com barreiras, com o ouro de Nicholas Bett".

Na segunda-feira, Zakary participou das séries classificatórias do 400 m, e tinha se classificado para as semifinais, com tempo de 50 segundos e 71 centésimos, novo recorde queniano. A atleta de 29 anos, no entanto, não se apresentou para a largada da semifinal no dia seguinte.

Já Manunga foi eliminada nas séries dos 400 m com barreiras no domingo, com tempo de 55.82, muito longe da sua melhor marca (55.82), que é o recorde nacional, estabelecido em 11 de julho, em Nairóbi.