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EPTC busca contato com africana para encontrar taxista

Motorista enganou atleta camaronesa ao cobrar mais de R$ 100 por corrida em Porto Alegre

EPTC busca contato com africana para encontrar taxista
EPTC busca contato com africana para encontrar taxista Foto : Mauro Schaeffer
Depois de ser enganada por um taxista de Porto Alegre enquanto disputava Mundial Master de Atletismo, a atleta camaronesa Rose Vianey Kakanou será procurada pela Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) para auxiliar a entidade na busca do motorista responsável pelo crime. A informação foi confirmada pela assessoria da entidade no começo da noite deste sábado.

Segundo a EPTC, a ideia é consultar Rose para encontrar pistas sobre a identidade do taxista. O modelo do carro, o número do prefixo e local do embarque devem auxiliar nas buscas. Segundo a assessoria, um dígito do prefixo já poderá ajudar a empresa a encontrar o motorista.

Rose estava inscrita para a prova do lançamento de dardo, na categoria 45 anos — ela tem 47. Só que vai voltar para casa sem sequer ter participado da competição. No dia da final, pegou um táxi nas redondezas do Cete, no bairro Menino Deus, e informou como destino a Sogipa. O taxista alegou não conhecer o clube e ficou dando voltas pela cidade. Ansiosa, Rose pedia pressa, mas sem lograr sucesso.

Ao final de mais de uma hora dentro do veículo, ainda viu o motorista cobrar “bem mais de R$ 100” por uma corrida que, mesmo se estivesse em bandeira 2 — o que não era o caso — não daria nem R$ 30. “Reclamei e disse que não tinha como pagar tudo isso. Como ele viu que eu estava muito braba, me disse que ia fazer um desconto e cobrou R$ 85”, revela a camaronesa. Só que o (outro) problema é que a demora no táxi foi tanta que quando chegou à Sogipa, a prova já havia começado.

Apreensão

Fiscais da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) apreenderaM três táxis que circulavam com o taxímetro desligado enquanto trafegavam com turistas em Porto Alegre. Os taxistas foram flagrados nas proximidades das sedes do Mundial de Atletismo, na Escola Superior de Educação Física (Esef) e no Centro Estadual de Treinamento Esportivo (Cete).

A reportagem do Correio do Povo tentou contato com Rose Vianey, mas não obteve sucesso.

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