Segundo a EPTC, a ideia é consultar Rose para encontrar pistas sobre a identidade do taxista. O modelo do carro, o número do prefixo e local do embarque devem auxiliar nas buscas. Segundo a assessoria, um dígito do prefixo já poderá ajudar a empresa a encontrar o motorista.
Rose estava inscrita para a prova do lançamento de dardo, na categoria 45 anos — ela tem 47. Só que vai voltar para casa sem sequer ter participado da competição. No dia da final, pegou um táxi nas redondezas do Cete, no bairro Menino Deus, e informou como destino a Sogipa. O taxista alegou não conhecer o clube e ficou dando voltas pela cidade. Ansiosa, Rose pedia pressa, mas sem lograr sucesso.
Ao final de mais de uma hora dentro do veículo, ainda viu o motorista cobrar “bem mais de R$ 100” por uma corrida que, mesmo se estivesse em bandeira 2 — o que não era o caso — não daria nem R$ 30. “Reclamei e disse que não tinha como pagar tudo isso. Como ele viu que eu estava muito braba, me disse que ia fazer um desconto e cobrou R$ 85”, revela a camaronesa. Só que o (outro) problema é que a demora no táxi foi tanta que quando chegou à Sogipa, a prova já havia começado.
Apreensão
Fiscais da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) apreenderaM três táxis que circulavam com o taxímetro desligado enquanto trafegavam com turistas em Porto Alegre. Os taxistas foram flagrados nas proximidades das sedes do Mundial de Atletismo, na Escola Superior de Educação Física (Esef) e no Centro Estadual de Treinamento Esportivo (Cete).
A reportagem do Correio do Povo tentou contato com Rose Vianey, mas não obteve sucesso.