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Equador complica, mas Argentina vence amistoso nos EUA

Sem Messi, hermanos conseguiram desempatar em 2 a 1 apenas no segundo tempo

Sem Messi, hermanos conseguiram desempatar em 2 a 1 apenas no segundo tempo
Sem Messi, hermanos conseguiram desempatar em 2 a 1 apenas no segundo tempo Foto : Jewel Samad/AFP/CP
A grande estrela, Messi, foi preservada, mas a Argentina conseguiu a vitória sobre o Equador, nesta terça-feira, em amistoso realizado em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Ao contrário do que aconteceu no último sábado, quando bateu El Salvador tranquilamente em Washington, nesta terça-feira os hermanos encontraram dificuldades para superar os equatorianos, por 2 a 1, debaixo de neve.

O jogo começou intenso, com a Argentina já saindo na frente. Logo aos oito minutos, Agüero aproveitou leve desvio de cabeça de Pastore na primeira trave e cabeceou firme para abrir o placar. A partir daí, o Equador acordou e foi melhor no primeiro tempo. O empate não custou a sair. Aos 24, Bolaños recebeu dentro da área, girou e chutou rasteiro. A bola desviou e matou o goleiro Romero.

No segundo tempo o jogo ficou ainda melhor. Os equatorianos começaram em cima, o que permitiu à Argentina a assustar nos contra-ataques. Por duas vezes nos dez primeiros minutos, Di María esteve em condições de finalizar, mas em ambas mandou para fora. O Equador também assustou em cabeçada de Noboa, que parou em uma ótima defesa de Romero.

Aos 13 minutos, Pastore foi inteligente e recolocou os argentinos na frente. Após cruzamento de Di María, a zaga afastou e Biglia devolveu para a área. O meia-atacante do PSG tocou de primeira, sem deixar a bola cair. A partida começou a ficar quente, com muitas faltas, reclamações e poucas chances. O Equador rondou bastante a área argentina após a entrada de Jaime Ayoví. A melhor chance veio pouco depois, aos 27, quando Bolaños recebeu ótima bola dentro da área. Ele ajeitou para o pé direito, mas chutou por cima. No lance seguinte, em falha de Erazo, zagueiro do Grêmio, Agüero chutou cruzado e a bola passou muito perto do gol.

Depois disso, Tata Martino fechou o time, colocando Banega no lugar de Pastore e Lavezzi na vaga de Di María. A Argentina passou a cadenciar o jogo, com longas trocas de passes, segurando a vitória por 2 a 1.