Com isso, a chance de os 12 torcedores presos em Oruro serem liberados é real. Se o sujeito que atirou o artifício não for nenhum daqueles que estão presos, os 12 devem ser postos em liberdade. Se ele (responsável pela tragédia) veio ao Brasil, o país não pode extraditar ninguém, não pode mandar de volta para a Bolívia. Ele será ouvido aqui e processado lá. Nenhum país do mundo extradita um cidadão da nação", afirmou.
Um caminho apontado pelo advogado seria a Justiça boliviana mandar esses dados de investigação ao Brasil e o Ministério Público daqui oferecer uma denúncia contra ele, perante à Justiça brasileira. "Ele seria processado e enfrentaria um júri popular, já que crimes assim vão para júri>"
O inquérito policial da fiscal de investigação Abigail Sala, do Ministério Público da Bolívia, porém, garante que dois dos 12 torcedores corintianos presos na cidade de Oruro (BOL) foram os autores do disparo. De acordo com o documento, os torcedores Cleuter Barreto Barros, conhecido como “Manaus”, de 24 anos, e Leandro Silva de Oliveira, conhecido como “Soldado”, de 21 anos, foram os responsáveis principais por acender o artefato que atingiu o menino, torcedor do San Jose.