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Expectativas em alta na véspera do primeiro jogo de Ancelotti pela Seleção

Técnico italiano estreia amanhã em Guayaquil, no comando do Brasil diante do Equador com a missão de dar um norte ao time depois das passagens de Diniz e Dorival

Carlo Ancelotti teve três treinos antes da estreia pela Seleção Brasileira
Carlo Ancelotti teve três treinos antes da estreia pela Seleção Brasileira Foto : NELSON ALMEIDA / AFP / CP

Duas dolorosas eliminações nas quartas de final para Bélgica, em 2018, e Croácia em 2022, ofuscaram o trabalho de Tite na Seleção Brasileira. Não somente dentro do campo com campanhas sólidas nas Eliminatórias e Copa América, mas pela organização da comissão técnica alheia aquilo que os mais variados dirigentes da CBF faziam nos gabinetes.

Desde o Catar, a entidade trocou de presidente mais de uma vez. No entanto, foi no comando do time que se percebeu a distância tanto de Fernando Diniz como Dorival Júnior para o gaúcho, por ora, cuidando da saúde mental. A partir de amanhã, o supercampeão Carlo Ancelotti assumirá justamente a missão de dar um novo norte para a mais vitoriosa de todas as seleções.

Em tempos de trabalhos fechados ainda é cedo para saber se os 15 minutos em que a imprensa teve acesso ao treino de ontem pela manhã, em São Paulo foram uma pista do time que vai encarar o Equador ou se trata-se de um despiste do italiano. O fato é que na segunda atividade no CT Joaquim Grava, do Corinthians, ele teve pela primeira vez à disposição todos os 25 atletas convocados. Para encarar os equatorianos, porém, não terá Raphinha, suspenso.

Por isso, o camisa 11 do Barcelona não apareceu entre os 11 jogadores, em tese, os primeiros titulares da Era Ancelotti. Na verdade são dez, pois no começo da atividade os goleiro treinaram em separado. Ou seja, a confirmar a escalação apresentada, um dos nomes a seguir irá para o banco de reservas: Vanderson, Danilo, Marquinhos, Alexsandro e Alex Sandro; Casemiro, Andreas, Andrey, Estêvão; Vini Jr. e Richarlison.

Hoje, já em solo equatoriano, o técnico comanda o último treino no palco da partida, o estádio Monumental de Guayaquil. “As expectativas e ambições são as melhores possíveis. O Ancelotti já mostrou o que pode fazer. No PSG, vi que a dinâmica pode se mudar de forma muito rápida e aqui na Seleção pode ser assim também”, conta o zagueiro Marquinhos. “Estamos falando de um dos treinadores que acumulou títulos e títulos pelo Real Madrid e que hoje está aqui na nossa Seleção”, completa Alexsandro, zagueiro e novidade na convocação.