Segundo Góes, o equívoco no procedimento fez com que uma bolsa de água se formasse por cima da estrutura, o que resultou no rompimento do material.
Com o diagnóstico em mãos, o reparo deve ser finalizado em até seis dias, o que não interfere no calendário de jogos do estádio na Copa das Confederações. "Foi uma falta de cuidado de procedimento. Era para ter enrolado a lona, verificado e a esticado novamente. A água da chuva acumulou, criou uma bolsa e chegou ao limite de peso máximo. Foi erro humano", disse Góes.
Cerca de 80 operários participaram na operação da cobertura do estádio, e todos os envolvidos foram chamados para que as causas fossem apuradas. José Luiz Góes garantiu que o fato não causou nenhuma demissão, apenas gerou a abertura de um procedimento para que o ocorrido não se repita.
Na fase de grupos da Copa das Confederações, a Arena Fonte Nova será palco de dois jogos: Nigéria x Uruguai, dia 20 de junho, pelo Grupo B, e Brasil x Itália, dia 22, pelo Grupo A. Além destas partidas, o estádio sediará a disputa do 3º lugar da competição.