Esportes

Falha humana causou rompimento de parte da cobertura da Fonte Nova

Diretor de engenharia do estádio disse que operários esqueceram de esticar lona

Operários consertam cobertura da Fonte Nova
Operários consertam cobertura da Fonte Nova Foto : Marco Aurélio Martins / Ag. A Tarde / Folhapress / CP
O rompimento de uma das 36 membranas da Fonte Nova foi fruto de uma falha de procedimento na manutenção, um erro humano. O diretor de engenharia do estádio, José Luiz Góes, disse que as lonas da cobertura foram enroladas no último domingo, mas que o pedaço que cedeu não foi recolocado em sua posição original.

Segundo Góes, o equívoco no procedimento fez com que uma bolsa de água se formasse por cima da estrutura, o que resultou no rompimento do material.

Com o diagnóstico em mãos, o reparo deve ser finalizado em até seis dias, o que não interfere no calendário de jogos do estádio na Copa das Confederações. "Foi uma falta de cuidado de procedimento. Era para ter enrolado a lona, verificado e a esticado novamente. A água da chuva acumulou, criou uma bolsa e chegou ao limite de peso máximo. Foi erro humano", disse Góes.

Cerca de 80 operários participaram na operação da cobertura do estádio, e todos os envolvidos foram chamados para que as causas fossem apuradas. José Luiz Góes garantiu que o fato não causou nenhuma demissão, apenas gerou a abertura de um procedimento para que o ocorrido não se repita.

Na fase de grupos da Copa das Confederações, a Arena Fonte Nova será palco de dois jogos: Nigéria x Uruguai, dia 20 de junho, pelo Grupo B, e Brasil x Itália, dia 22, pelo Grupo A. Além destas partidas, o estádio sediará a disputa do 3º lugar da competição.


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