Ela, por sinal, foi uma das que mais relutou antes de o filho partir para jogar em Montevidéu. E, por lá, teve que superar alguns problemas “Ele passou por muitas dificuldades de adaptação. Mas superou tudo”, conta ela. Agora, ver o único filho brilhar no principal torneio da América Latina é algo que não tem preço: “É tão emocionante que não tem palavras”.
Mesmo separados por quase mil quilômetros de distância, Cerli e a família acompanham o filho pelo meio que for. “Nós assistimos todos os jogos do Defensor, quando não passa pela TV, assistimos pela Internet”, garantiu.
Felipe Gedoz tem 20 anos e iniciou nas categorias de base do Juventude. Antes de chegar ao Defensor, autou por diversos times, incluindo o Guarani de Venâncio Aires, de onde partiu para Montevidéu.