A ação movida pelos Piquet se referia à difamação dos dirigentes da Renault após a revelação da suposta farsa ocorrida no GP de Cingapura. Naquela prova, Nelsinho teria batido propositalmente no muro para que o seu então companheiro de equipe Fernando Alonso vencesse a corrida.
A colisão proposital, atendendo a um pedido da Renaut, também garantiria o brasileiro na escuderia para a temporada seguinte. "A equipe Renault pediu desculpas na Suprema Corte por difamar meus dois clientes, Nelson e Nelsinho Piquet. Isso marca o início e não o final de um longo caminho que os dois começaram a percorrer a fim de corrigir os vários erros que foram cometidos", destacou o advogado Dominic Crossley.
De acordo com o representante dos brasileiros no processo, os seus clientes foram muito maltratados no episódio. "Nelsinho foi terrivelmente abusado durante sua curta carreira na F-1. A F-1 não aproveitou o melhor de Nelsinho por causa disso e agora seu talento está sendo mostrado em outro lugar", concluiu Crossley.