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Fifa bane provisoriamente 11 dirigentes envolvidos em escândalo

Ex-presidente da CBF, José Maria Marin, é um dos executivos detido nos EUA

Ex-presidente da CBF, José Maria Marin, é um dos executivos detido nos EUA
Ex-presidente da CBF, José Maria Marin, é um dos executivos detido nos EUA Foto : Maurício Val / VIPCOMM / CP
A Fifa anunciou nesta quarta-feira o banimento provisório de 11 acusados de corrupção, incluindo o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol, José Maria Marin, que foi detido a pedido da justiça americana junto com outros sete altos dirigentes poucas horas mais cedo, em Zurique.

Além de Marin, Jeffrey Webb, Eduardo Li, Julio Rocha, Costas Takkas, Jack Warner, Eugenio Figueredo, Rafael Esquivel, Nicolás Leoz, Chuck Blazer e Daryll Warner foram banidos de qualquer atividade ligada ao futebol.

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"As acusações são claramente ligadas ao futebol, e são de natureza tão séria, que foi imperativo tomar medidas firmes e imediatas", infomou o presidente do comitê de ética da Fifa", Hans-Joachim Eckert, presidente do comitê de ética, num comunicado.

"Com base nas investigações do comitê de ética e nos últimos fatos apresentados pela promotoria do distrito leste de Nova York, foram banidos de forma provisória 11 pessoas de qualquer atividade ligada ao futebol, a nível nacional e internacional", completou.

Entre os dirigentes banidos, foram detidos na manhã desta quarta-feira Jeffrey Webb (Grã-Bretanha), vice-presidente da Fifa e presidente da Concacaf, Eduardo Li (Costa Rica), membro dos comitês executivos da Fifa e da Concacaf, Julio Rocha (Nicarágua), diretor de desenvolvimento na Fifa, Costas Takkas (Grã-Bretanha), adjunto do gabinete do presidente da Concacaf, Eugenio Figueredo (Uruguai), atual vice-presidente da Fifa, e Rafael Esquivel (Venezuela), membro executivo da Conmebol.

A presença do paraguaio Nicolas Leóz entre os nomes citados pela Fifa, confirmam informações do jornal New York Times, que colocava o ex-presidente da Conmebol entre os indiciados, apesar da seção Paraguai de Interpol negar à AFP ter recebido qualquer pedido de detenção.