"Queremos chamar a sua atenção para o artigo 68 parágrafo 2 do Estatuto da Fifa, o qual estipula que 'recurso a Justiça comum é proibido a menos que especificamente previsto pelo regulamento da Fifa', assim como o parágrafo 3 do referido artigo, o qual sublinha que as associações membro devem assegurar que essa provisão seja rigorosamente implementada dentro da respectiva associações e que, na falha do respeito a essa obrigação por alguma parte, sanções devem ser impostas pela associação ao terceiro em causa", diz a Fifa.
A entidade encerra pedindo os comentários da CBF sobre o tema, requerendo ainda informações a respeito dos próximos passos que serão tomados para resolver a situação e "garantir que o Estatuto da Fifa seja estritamente cumprido".
O documento foi enviado à CBF no dia 16 de janeiro, endereçado ao secretário-geral da entidade, Julio Cesar Avelleda. A Fifa colocou esta sexta-feira como prazo para o recebimento das informações solicitadas.
A notícia de que Portuguesa e Flamengo estão no meio da confusão já chegou a Zurique. Apesar da indicação da Fifa, a CBF, em tese, não poderia punir os clubes, porque eles não são, comprovadamente, os titulares das ações na Justiça comum.