Em julho, a Fifa baniu Bin Hammam, que era presidente da Confederação Asiática de Futebol, depois de considerá-lo culpado por supostamente ter desembolsado 40 mil dólares para subornar dirigentes do Caribe durante a campanha para substituir Joseph Blatter como presidente da entidade. Em seguida, o suíço foi reeleito mais uma vez para seguir à frente do organismo que controla o futebol mundial.
Apesar de apelar contra a punição imposta contra ele, o próprio Bin Hammam admite que espera que o grupo que analisará sua apelação confirme a sua condenação. Porém, o catariano enfatizou que pretende passar por todos os processos legais da Fifa antes de levar o caso à Corte Arbitral do Esporte (CAS).
Bin Hammam retirou a candidatura à presidência da Fifa dias antes das eleições que reelegeram Blatter, em junho. E, punido pela entidade com uma suspensão provisória na época, ele acabou perdendo o cargo de presidente da Confederação Asiática de Futebol e também o posto no Comitê Executivo da Fifa. Ao ser condenado, o catariano tornou-se o dirigente mais importante da Fifa a ser acusado de corrupção nos 107 anos de história do organismo.